Pergunta!!!
Se o Diabo (segundo as crónicas intemporais) era um anjo que depois teve lá alta tripe por causa de ciúmes, porque é que todos os outros anjos têm a cara da Giselle Bundchen e o Diabo tem cornos e cauda?
Eu digo que isto é pura propaganda!!!
5.31.2006
from "O Problema do Álcool"
Isto chegou às minhas mãos por mail, no emprego. Obrigado Ricardo Pessoa. Leiam, é de génio...
Em Portugal, a única maneira de combater a droga é com vinho. Um
bêbado é sempre mais social que um heroinómano. Dá trabalho a mais
pessoas. O dinheiro, em vez de ir parar às mãos do vil traficante,
regressa às caves do bom Abel Pereira da Fonseca. Um bêbado diverte as
pessoas tristes que precisam, do alto das suas janelas, no tédio
nocturno das vielas, de um motivo de escárnio, distracção ou opróbio.
Os bêbados dão bons sketches de cinema. Os bêbados fazem parte da
nossa cultura.
A heroína não tem nada a ver connosco. A cocaína é um hábito
sul-americano que, de qualquer modo, é demasiado seventies para os
dias de hoje. O LSD é um devaneio é um devaneio ianque para músicos
pretendidos. O haxixe é uma mistela de Mouros. A liamba é uma friquice
de Luanda. Os comprimidos são para matronas inglesas à beira do
suicídio e do supermercado. Português é o vinho e todos os seus
derivados. Cada um com o seu efeito especial. Uma pedrada de jeropiga
é diferente de uma pedrada de tinto Ferreirinha 1980. Há maior
variedade de álcool do que drogas rascas e caras.
(...)
As drogas pesadas só entraram nos países latinos por descuido.
Repare-se que, em todos os casos, são originárias de países onde não
há um vinho decente. Sem essa bênção, esses pobres estrangeiros, desde
os Tibetanos aos Bolivianos, tiveram de inventar alternativas. Jamais
se invemtaria o ópio em Borba. não faz sentido cultivar papoilas no
Alto Douro. Em Saint-Emilion, ninguém se lembra de fumar um charro -
até porque altera o sabor do vinho.
(O escritor português Miguel Esteves Cardoso, em "O Problema do Álcool")
Próximo sábado já sabem ppl, toca a entornar!
Em Portugal, a única maneira de combater a droga é com vinho. Um
bêbado é sempre mais social que um heroinómano. Dá trabalho a mais
pessoas. O dinheiro, em vez de ir parar às mãos do vil traficante,
regressa às caves do bom Abel Pereira da Fonseca. Um bêbado diverte as
pessoas tristes que precisam, do alto das suas janelas, no tédio
nocturno das vielas, de um motivo de escárnio, distracção ou opróbio.
Os bêbados dão bons sketches de cinema. Os bêbados fazem parte da
nossa cultura.
A heroína não tem nada a ver connosco. A cocaína é um hábito
sul-americano que, de qualquer modo, é demasiado seventies para os
dias de hoje. O LSD é um devaneio é um devaneio ianque para músicos
pretendidos. O haxixe é uma mistela de Mouros. A liamba é uma friquice
de Luanda. Os comprimidos são para matronas inglesas à beira do
suicídio e do supermercado. Português é o vinho e todos os seus
derivados. Cada um com o seu efeito especial. Uma pedrada de jeropiga
é diferente de uma pedrada de tinto Ferreirinha 1980. Há maior
variedade de álcool do que drogas rascas e caras.
(...)
As drogas pesadas só entraram nos países latinos por descuido.
Repare-se que, em todos os casos, são originárias de países onde não
há um vinho decente. Sem essa bênção, esses pobres estrangeiros, desde
os Tibetanos aos Bolivianos, tiveram de inventar alternativas. Jamais
se invemtaria o ópio em Borba. não faz sentido cultivar papoilas no
Alto Douro. Em Saint-Emilion, ninguém se lembra de fumar um charro -
até porque altera o sabor do vinho.
(O escritor português Miguel Esteves Cardoso, em "O Problema do Álcool")
Próximo sábado já sabem ppl, toca a entornar!
5.29.2006
Ambição...O que é?
Dei comigo a pensar na "Ambição", afinal de contas o q é?? é uma definição pessoal, ou ao invés algo q é forçosamente igual para todos?
é só dinheiro e carreira? é aproveitar os estudos e arranjar trabalho na área de estudo? ou pode ser outra coisa qq?
é só dinheiro e carreira? é aproveitar os estudos e arranjar trabalho na área de estudo? ou pode ser outra coisa qq?
5.26.2006
Ena Pá 2011
Os grandiosos Ena Pá 2000 têm um blog! Os mais cépticos clicam no link, os menos cépticos acreditam e isso basta-lhes. Tchããã!
Blog dos Ena Pá
Blog dos Ena Pá
5.25.2006
Pensamento
Como isto está paradido, eis um pensamento para pensar:
"Quase sempre procuramos desculpas em vez de motivos para os nossos erros"
vi isto no Destak há uns dias largos e lembrei-me agora de pôr aqui. comentem ^_^
"Quase sempre procuramos desculpas em vez de motivos para os nossos erros"
vi isto no Destak há uns dias largos e lembrei-me agora de pôr aqui. comentem ^_^
5.18.2006
M.I.A. Biography
P'ra quem tiver tempo pra ler. A menina merece o meu 'respect'.
Maya was born in Hounslow, London but spent little time there as, at only 6 months old, her parents moved the family back to their native Sri Lanka. Motivated by her fathers wish to support the Tamil efforts to win independence from the majority Sinhalese population, her father became politically known as Arular and was a founder member of EROS (the Eelam Revolutionary Organisation of Students), a militant Tamil group.
In Sri Lanka, they lived at first on her grandparent's remote farm, a collection of huts without electricity or running water. After a year, as her fathers involvement in militant activities increased, Maya, her older sister Kali and their mother moved to Jaffna in the far North of the country, where Maya's younger brother Sugu was born. Contact with her father was strictly limited as he was in hiding from the army, he occasionally visited in secret, slipping through the window at night and being introduced to the children as an uncle so that they didn't give him away to the army when they regularly came to question the family.
Eventually, as the civil war escalated, it became unsafe for them to stay in Sri Lanka, so her father sent tickets for them to relocate to Madras in India. Maya's mother moved with the three children into an almost derelict house, 3 miles from the nearest road or neighbor. They scraped by for a while, with sporadic visits from Maya's father, and the girls attended the local school, excelling as students. After a while, visits from friends and family grew less frequent and money grew very tight. The children became ill, Maya's sister caught Typhoid and they struggled to eat enough. A visiting uncle took concern and moved them back to Sri Lanka again, where they settled back in Jaffna.
By now, the violence of the civil war was at its peak and the family repeatedly tried to flee the country. The army regularly shot Tamils seeking to move across border areas and bombed roads and escape routes. After several failed attempts to leave, Maya's mother successfully made it out with the three children, on to India and then finally back to London, where they were housed as refugees.
It was in the late eighties and on a notoriously racist council estate in Mitcham, Surrey, that Maya began to learn English. Aged just eleven and in a new country, she was exposed to western radio for the first time by the noise resonating from her neighbours. Her affinity with hip-hop and rap began from there - the uncompromising attitudes of Public Enemy and N.W.A. clicked with a frustrated, energetic war-child trying to relate to grey and foreign surroundings.
Maya was a talented and creative student, eventually winning a place at London's Central Saint Martins Art School, where she studied fine art, film and video. Here, for the first time, she began to piece together some of the different strands of her life experience. In an early incarnation of what was later to become M.I.A., she learnt how to play off her different cultural personae against each other; layering rap iconography with the warfare pictures from her youth, Asian Britain with American new-wave film making style and St. Martin's fashion sense with refugee outlooks.
A successful art career beckoned and, for a while, seemed to be Maya's destined path. Her first-ever public exhibition of paintings featured candy colored spray-paint and stencil pictures of the Tamil terrorist movement. Graffitied tigers and palm trees mixed with orange, green and pink camouflage, bombs, guns and freedom fighters on chip board off-cuts and canvases. The show was nominated for the alternative Turner prize, every painting sold and a monograph book of the collection was published by Pocko (which was simply entitled 'M.I.A.', an acronym for Missing In Acton).
A commission from Elastica's Justine Frischmann to provide the artwork and cover image for the band's second album led to Maya following the band on tour around forty American states, video-documenting the event. The support act on the tour was electro-clash supremo Peaches, who introduced Maya to the Roland MC-505 sequencing machine and gave her the courage to take on the one art-form she felt least confident in, music.
Back home in London, Maya and Justine got hold of their own 505 and, working with the simplest of set-ups (a second-hand 4-track, the 505 and a radio mic), Maya worked-up a series of six songs onto a demo tape which became her calling card to the industry. The tape found it's way into the hands of Steve Mackey and Ross Orton who then re-worked "Galang" into the monstrous meld of influences that would eventually propel M.I.A. into the limelight.
An addictive mashed-up recipe of dancehall, electro, grime and world music, Showbiz Records only pressed up 500 copies of Galang but that was enough for her to go on and win the instant support of DJs and the media seemingly everywhere.
The majors did indeed pile in with M.I.A. eventually opting to sign to XL Recordings (home to Dizzee Rascal, Basement Jaxx and the White Stripes), embracing them as they were the only label to offer her 100% creative control. Meanwhile, the underground success of "Galang" had continued to spread, even earning M.I.A. plaudits in the American Press.
For her next single release, "Sunshowers," Maya again hooked up again with Ross Orton and Steve Mackey who had furnished her so successfully with the insane electro-squelch and mangled beats on "Galang." Hitting the UK airwaves this past June, they pushed boundaries even further with hyper-minimalist production and a reworked chorus from Dr. Buzzards Original Savannah Band's track of the same name to create a hypnotic template for her to fire out her young-girl bravado, this time about guerilla warfare and the Tamil-Sinhalese civil war.
With this first single proper barely on the shelves and no gigs at all to her name, New York's Fader magazine made her their cover star with the strap-line 'THIS IS M.I.A. - MUSIC'S NOW THING!' She flew out to New York to perform her first ever live set (for the launch of the issue) to a screaming crowd of hyped fans and then stayed to see Matthew Williamson open and close his fashion week runway show with "Sunshowers."
The accompanying video for "Galang", featuring multiple M.I.A.'s amid a backdrop of her graffiti artwork animated and brought to life, was directed by Ruben Fleischer and art directed by M.I.A. herself. On the surface it looked like a colourful pop video but watch it carefully and you'll see scenes of urban Britain and the ongoing Sri Lankan civil war being depicted and delivered with a wry sense of humour. M.I.A. is fast proving herself to be a far from ordinary pop star.
Her debut album, Arular , is set for release in February 2005. Titled in acknowledgment of her father's past, it follows the same philosophy that unites all strands of the M.I.A. project - cut and paste. The mix of production credits on the album all feature forays into new territory for the collaborators, with ex-Pulp member Steve Mackey doing dancehall and pop-maestro Richard X working with Sri Lankan nursery rhymes; and from her hand-sprayed artwork on the record sleeves, lyrics that mix Tamil, cockney and American slang to her tracksuits and hoodies specially sewn from the brightest, boldest African print fabrics, or Mowgli dance moves for ragga beats - M.I.A. creates culture clashes that work. - Courtesy of XL/Beggars
(M.I.A. - Missing In Action)
Maya was born in Hounslow, London but spent little time there as, at only 6 months old, her parents moved the family back to their native Sri Lanka. Motivated by her fathers wish to support the Tamil efforts to win independence from the majority Sinhalese population, her father became politically known as Arular and was a founder member of EROS (the Eelam Revolutionary Organisation of Students), a militant Tamil group.
In Sri Lanka, they lived at first on her grandparent's remote farm, a collection of huts without electricity or running water. After a year, as her fathers involvement in militant activities increased, Maya, her older sister Kali and their mother moved to Jaffna in the far North of the country, where Maya's younger brother Sugu was born. Contact with her father was strictly limited as he was in hiding from the army, he occasionally visited in secret, slipping through the window at night and being introduced to the children as an uncle so that they didn't give him away to the army when they regularly came to question the family.
Eventually, as the civil war escalated, it became unsafe for them to stay in Sri Lanka, so her father sent tickets for them to relocate to Madras in India. Maya's mother moved with the three children into an almost derelict house, 3 miles from the nearest road or neighbor. They scraped by for a while, with sporadic visits from Maya's father, and the girls attended the local school, excelling as students. After a while, visits from friends and family grew less frequent and money grew very tight. The children became ill, Maya's sister caught Typhoid and they struggled to eat enough. A visiting uncle took concern and moved them back to Sri Lanka again, where they settled back in Jaffna.
By now, the violence of the civil war was at its peak and the family repeatedly tried to flee the country. The army regularly shot Tamils seeking to move across border areas and bombed roads and escape routes. After several failed attempts to leave, Maya's mother successfully made it out with the three children, on to India and then finally back to London, where they were housed as refugees.
It was in the late eighties and on a notoriously racist council estate in Mitcham, Surrey, that Maya began to learn English. Aged just eleven and in a new country, she was exposed to western radio for the first time by the noise resonating from her neighbours. Her affinity with hip-hop and rap began from there - the uncompromising attitudes of Public Enemy and N.W.A. clicked with a frustrated, energetic war-child trying to relate to grey and foreign surroundings.
Maya was a talented and creative student, eventually winning a place at London's Central Saint Martins Art School, where she studied fine art, film and video. Here, for the first time, she began to piece together some of the different strands of her life experience. In an early incarnation of what was later to become M.I.A., she learnt how to play off her different cultural personae against each other; layering rap iconography with the warfare pictures from her youth, Asian Britain with American new-wave film making style and St. Martin's fashion sense with refugee outlooks.
A successful art career beckoned and, for a while, seemed to be Maya's destined path. Her first-ever public exhibition of paintings featured candy colored spray-paint and stencil pictures of the Tamil terrorist movement. Graffitied tigers and palm trees mixed with orange, green and pink camouflage, bombs, guns and freedom fighters on chip board off-cuts and canvases. The show was nominated for the alternative Turner prize, every painting sold and a monograph book of the collection was published by Pocko (which was simply entitled 'M.I.A.', an acronym for Missing In Acton).
A commission from Elastica's Justine Frischmann to provide the artwork and cover image for the band's second album led to Maya following the band on tour around forty American states, video-documenting the event. The support act on the tour was electro-clash supremo Peaches, who introduced Maya to the Roland MC-505 sequencing machine and gave her the courage to take on the one art-form she felt least confident in, music.
Back home in London, Maya and Justine got hold of their own 505 and, working with the simplest of set-ups (a second-hand 4-track, the 505 and a radio mic), Maya worked-up a series of six songs onto a demo tape which became her calling card to the industry. The tape found it's way into the hands of Steve Mackey and Ross Orton who then re-worked "Galang" into the monstrous meld of influences that would eventually propel M.I.A. into the limelight.
An addictive mashed-up recipe of dancehall, electro, grime and world music, Showbiz Records only pressed up 500 copies of Galang but that was enough for her to go on and win the instant support of DJs and the media seemingly everywhere.
The majors did indeed pile in with M.I.A. eventually opting to sign to XL Recordings (home to Dizzee Rascal, Basement Jaxx and the White Stripes), embracing them as they were the only label to offer her 100% creative control. Meanwhile, the underground success of "Galang" had continued to spread, even earning M.I.A. plaudits in the American Press.
For her next single release, "Sunshowers," Maya again hooked up again with Ross Orton and Steve Mackey who had furnished her so successfully with the insane electro-squelch and mangled beats on "Galang." Hitting the UK airwaves this past June, they pushed boundaries even further with hyper-minimalist production and a reworked chorus from Dr. Buzzards Original Savannah Band's track of the same name to create a hypnotic template for her to fire out her young-girl bravado, this time about guerilla warfare and the Tamil-Sinhalese civil war.
With this first single proper barely on the shelves and no gigs at all to her name, New York's Fader magazine made her their cover star with the strap-line 'THIS IS M.I.A. - MUSIC'S NOW THING!' She flew out to New York to perform her first ever live set (for the launch of the issue) to a screaming crowd of hyped fans and then stayed to see Matthew Williamson open and close his fashion week runway show with "Sunshowers."
The accompanying video for "Galang", featuring multiple M.I.A.'s amid a backdrop of her graffiti artwork animated and brought to life, was directed by Ruben Fleischer and art directed by M.I.A. herself. On the surface it looked like a colourful pop video but watch it carefully and you'll see scenes of urban Britain and the ongoing Sri Lankan civil war being depicted and delivered with a wry sense of humour. M.I.A. is fast proving herself to be a far from ordinary pop star.
Her debut album, Arular , is set for release in February 2005. Titled in acknowledgment of her father's past, it follows the same philosophy that unites all strands of the M.I.A. project - cut and paste. The mix of production credits on the album all feature forays into new territory for the collaborators, with ex-Pulp member Steve Mackey doing dancehall and pop-maestro Richard X working with Sri Lankan nursery rhymes; and from her hand-sprayed artwork on the record sleeves, lyrics that mix Tamil, cockney and American slang to her tracksuits and hoodies specially sewn from the brightest, boldest African print fabrics, or Mowgli dance moves for ragga beats - M.I.A. creates culture clashes that work. - Courtesy of XL/Beggars
(M.I.A. - Missing In Action)
5.15.2006
Pensamento do dia
Deixo-vos uma pequena reflexão...
"O amor é como a relva, se o plantares, ele cresce...mas depois vem uma vaca e acaba com tudo!"
O amor é belo
"O amor é como a relva, se o plantares, ele cresce...mas depois vem uma vaca e acaba com tudo!"
O amor é belo
5.14.2006
coisas para se fazer antes de morrer
Não quero dar um tom mórbido ao blog ao falar de novo na morte mas de qualquer maneira já que me lembrei de uma cena para pôr, aqui vai.
Quais são as cenas que, neste momento, vocês querem mesmo fazer para, depois do outro lado (e existir), poderem dizer "Eu sim posso dizer, que já vivi!"
Ah, escrevam cenas que possam estar dependentes de vós. Se não fosse assim escreveria também SLB Campeão Europeu :P
Aqui vão as minhas cenas (sem ordem específica):
Ser feliz: the main target. E isso implica:
- Recuperar o amor que anda perdido;
- Alcançar sucesso profissional;
- Ir ao Japão;
- Fazer uma road trip com a malta ^_^;
- Acabar o curso;
- Fazer feliz quem está à minha volta;
- Aprender a cozinhar (ando a tentar ganhar vontade);
- Comprar casa;
- e ando a pensar se vale a pena pensar em "ter um filho e plantar uma árvore" (passo a redundância) :P
Resumindo, não preciso de muito para me sentir realizado antes de partir. Só espero ter tempo e alento para o fazer. eheh
Acho que por agora não falta nada.. se faltar faço edit ao post e acrescento.
Quais são as cenas que, neste momento, vocês querem mesmo fazer para, depois do outro lado (e existir), poderem dizer "Eu sim posso dizer, que já vivi!"
Ah, escrevam cenas que possam estar dependentes de vós. Se não fosse assim escreveria também SLB Campeão Europeu :P
Aqui vão as minhas cenas (sem ordem específica):
Ser feliz: the main target. E isso implica:
- Recuperar o amor que anda perdido;
- Alcançar sucesso profissional;
- Ir ao Japão;
- Fazer uma road trip com a malta ^_^;
- Acabar o curso;
- Fazer feliz quem está à minha volta;
- Aprender a cozinhar (ando a tentar ganhar vontade);
- Comprar casa;
- e ando a pensar se vale a pena pensar em "ter um filho e plantar uma árvore" (passo a redundância) :P
Resumindo, não preciso de muito para me sentir realizado antes de partir. Só espero ter tempo e alento para o fazer. eheh
Acho que por agora não falta nada.. se faltar faço edit ao post e acrescento.
5.12.2006
E se eu morresse...?
A pergunta é dirigida a todos para uma introspecção individual...se cada um de vcs batesse a bota, o que ia mudar na vida das vossas famílias, colegas de trabalho e amigos? o que iria mudar? e de q forma?
Fiz este post uns dias dp da Iman me fazer um choradinho no Skype como nunca vi...pq o pai de uma amiga morreu e tal...
Fiz este post uns dias dp da Iman me fazer um choradinho no Skype como nunca vi...pq o pai de uma amiga morreu e tal...
5.05.2006
Puro Loli nonsense
Encontrei isto, pelos vistos é uma adaptação de algo original que já se chamava I like Loli!!!
Enfim tem montes de piada por isso vale a pena ler
I LIKE LOLI
I like loli.
The kindergarten was selling them for five cents a piece. I thought that
odd since they were normally a couple thousand each. I decided not to
look a gift horse in the mouth. I bought 200. I like loli.
I took my 200 loli home. I have a big car. I let one drive. Her
name was Anna. She was retarded. In fact, none of them were really
bright. They kept touching themselves in their genitals. I laughed.
Then they touched my genitals. I came.
I herded them into my room. They didn't adapt very well to their new
environment. They would screech, call for the police screaming
"HELP, PEDOPHILE!" and slam into the window. Although humorous at
first, the spectacle lost its fapness halfway into its third hour.
Two hours later I found out why all the loli were so inexpensive:
they all died. No apparent reason. They all just sorta' dropped dead.
Kinda' like when you buy a goldfish and it dies five hours later. Damn
cheap loli.
I didn't know what to do. There were 200 dead loli lying all over my
room, on the bed, in the dresser, hanging from my bookcase. It looked
like I had 200 sex dolls.
I tried to flush one down the toilet. It didn't work. She got stuck.
Then I had one dead, wet loli and 199 dead, dry loli.
I tried pretending that they were just blow-up dolls. That worked for
a while, that is until they began to decompose. It started to smell real
bad.
I had to pee but there was a dead loli in the toilet and I didn't want
to call the plumber. I was embarrassed.
I tried to slow down the decomposition by freezing them. Unfortunately
there was only enough room for two loli at a time so I had to change
them every 30 seconds. I also had to eat all the food in the freezer so
it didn't all go bad.
I tried burning them. Little did I know my bed was flammable. I had to
extinguish the fire.
Then I had one dead, wet loli in my toilet, two dead, frozen loli in
my freezer, and 197 dead, charred loli in a pile on my bed. The odor
wasn't improving.
I became agitated at my inability to dispose of my loli and to use the
bathroom. I severely beat one of my loli. I felt better.
I tried throwing them way but the garbage man said that the city wasn't
allowed to dispose of charred infants. I told him that I had a wet
one. He couldn't take that one either. I didn't bother asking about the
frozen ones.
I finally arrived at a solution. I gave them out as Christmas gifts. My
friends didn't know quite what to say. They pretended that they like
them but I could tell they were lying. Ingrates. So I touched them in
the genitals.
I like loli.
Enfim tem montes de piada por isso vale a pena ler
I LIKE LOLI
I like loli.
The kindergarten was selling them for five cents a piece. I thought that
odd since they were normally a couple thousand each. I decided not to
look a gift horse in the mouth. I bought 200. I like loli.
I took my 200 loli home. I have a big car. I let one drive. Her
name was Anna. She was retarded. In fact, none of them were really
bright. They kept touching themselves in their genitals. I laughed.
Then they touched my genitals. I came.
I herded them into my room. They didn't adapt very well to their new
environment. They would screech, call for the police screaming
"HELP, PEDOPHILE!" and slam into the window. Although humorous at
first, the spectacle lost its fapness halfway into its third hour.
Two hours later I found out why all the loli were so inexpensive:
they all died. No apparent reason. They all just sorta' dropped dead.
Kinda' like when you buy a goldfish and it dies five hours later. Damn
cheap loli.
I didn't know what to do. There were 200 dead loli lying all over my
room, on the bed, in the dresser, hanging from my bookcase. It looked
like I had 200 sex dolls.
I tried to flush one down the toilet. It didn't work. She got stuck.
Then I had one dead, wet loli and 199 dead, dry loli.
I tried pretending that they were just blow-up dolls. That worked for
a while, that is until they began to decompose. It started to smell real
bad.
I had to pee but there was a dead loli in the toilet and I didn't want
to call the plumber. I was embarrassed.
I tried to slow down the decomposition by freezing them. Unfortunately
there was only enough room for two loli at a time so I had to change
them every 30 seconds. I also had to eat all the food in the freezer so
it didn't all go bad.
I tried burning them. Little did I know my bed was flammable. I had to
extinguish the fire.
Then I had one dead, wet loli in my toilet, two dead, frozen loli in
my freezer, and 197 dead, charred loli in a pile on my bed. The odor
wasn't improving.
I became agitated at my inability to dispose of my loli and to use the
bathroom. I severely beat one of my loli. I felt better.
I tried throwing them way but the garbage man said that the city wasn't
allowed to dispose of charred infants. I told him that I had a wet
one. He couldn't take that one either. I didn't bother asking about the
frozen ones.
I finally arrived at a solution. I gave them out as Christmas gifts. My
friends didn't know quite what to say. They pretended that they like
them but I could tell they were lying. Ingrates. So I touched them in
the genitals.
I like loli.
4.30.2006
Finalmente um post profundo...
Levei horas a inspirar-me, precisei de musas (eu disse musas!!), li poesia, apreciei arte...e finalmente um post profundo, das profundezas do meu ser, quero partilhar isto com vcs, é sobre a vida e a morte, o divino e o profano, é tão profundo que...que o próprio fundo não se vê

Tchã!!!
Tchã!!!
4.28.2006
Morte
A Morte sempre foi um assunto que me fascinou e que ultimamente tenho discutido bastante. É a unica certeza que temos na vida, que um dia, ninguém sabe qual, iremos morrer. Mas o que é que acontece além da morte?
Sinceramente não sei o que pensar. A igreja católica ensinou-me que nos morremos e um dia, o suposto dia do juízo final, virá cristo ressucistar-nos a todos...
Céu e Inferno
Céu e inferno não acredito que eles existam. Acredito que o Céu e o Inferno passam-se a nível da consciência de cada um, se fazes o mal, tens a consciência pesada, a mente bloqueada e penso que deves sentir-te mal com o que fizeste. Se pelo contrário, fazes o bem às pessoas, então és feliz e ficas mais feliz ao ver a pessoa que fizeste feliz. Como se diz no Natal, é melhor dar do que receber.
Reencarnação.
Será que a reencarnação existe, será que iremos reencarnar numa outra vida, num outro país, será que seremos do sexo feminino? E se existe, então porque é que quando as pessoas estão em coma, vêem uma luz ao fim do túnel e porque é que não vêem uma outra cidade ou outras pessoas? Será que temos que ir ao céu, ou ao estado intermédio fazer o logout e fazer um novo registo? E as nossas memórias? Porque é que não nos lembramos daquela vez que reencarnamos como egipcíos ou como indios na América do Sul?
Infelizmente, não acredito na reencarnação. Como já disse, deve ser um mecanismo qualquer do nosso cerébro para controlarmos a fobia de podermos perder tudo.
O que nos rodeia.
Não sou propriamente agarrado às coisas terrenas. É claro que gosto delas, gosto do meu computador, do meu relógio, das minhas t-shirts, de jogar à bola ou de comer doces e de beber ice tea. E gosto ainda mais das pessoas que me rodeiam. Da minha família, dos amigos que tenho, dos colegas de trabalho e claro, da minha namorada. Mas será uma algo terrível perdê-los, um dia. Disseram-me há uns dias, que na reencarnação, as pessoas que nos gostamos e que gostam de nós, irão estar presentes na nossa proxima reencarnação, assumindo desta vez, outros papéis. A minha mãe, por exemplo, será a minha namorada ou a minha filha na próxima reencarnação. É bom pensar assim, mas não será esta maneira de pensar, uma espécie de protecção que a nossa mente terá, para evitar a tragédia que é, perdermos as pessoas que gostamos para sempre?
Alma.
Disseram-me também que a alma precisa de reencarnar para se aperfeiçoar. Para fazer uma determinada coisa bem, que na reencarnação anterior, fiz de mal. Acredito que quando morremos, a nossa alma resiste. Para onde ela irá, não sei. Nesse local que não sei, acredito que iremos encontrar as outras almas que passaram pela nossa vida. E mediante as acções que fizemos na vida terrena, iremos ter paz de espirito ou então não.
Clichés
A morte vem ter a quem a procura, por isso não me vou alongar mais, não quero morrer hoje, amanha ou depois. Quero morrer velho, se possível durante o sono, ou então a ter relações sexuais com uma rapariga de 25 anos, que andasse comigo pelo meu dinheiro...
Sinceramente não sei o que pensar. A igreja católica ensinou-me que nos morremos e um dia, o suposto dia do juízo final, virá cristo ressucistar-nos a todos...
Céu e Inferno
Céu e inferno não acredito que eles existam. Acredito que o Céu e o Inferno passam-se a nível da consciência de cada um, se fazes o mal, tens a consciência pesada, a mente bloqueada e penso que deves sentir-te mal com o que fizeste. Se pelo contrário, fazes o bem às pessoas, então és feliz e ficas mais feliz ao ver a pessoa que fizeste feliz. Como se diz no Natal, é melhor dar do que receber.
Reencarnação.
Será que a reencarnação existe, será que iremos reencarnar numa outra vida, num outro país, será que seremos do sexo feminino? E se existe, então porque é que quando as pessoas estão em coma, vêem uma luz ao fim do túnel e porque é que não vêem uma outra cidade ou outras pessoas? Será que temos que ir ao céu, ou ao estado intermédio fazer o logout e fazer um novo registo? E as nossas memórias? Porque é que não nos lembramos daquela vez que reencarnamos como egipcíos ou como indios na América do Sul?
Infelizmente, não acredito na reencarnação. Como já disse, deve ser um mecanismo qualquer do nosso cerébro para controlarmos a fobia de podermos perder tudo.
O que nos rodeia.
Não sou propriamente agarrado às coisas terrenas. É claro que gosto delas, gosto do meu computador, do meu relógio, das minhas t-shirts, de jogar à bola ou de comer doces e de beber ice tea. E gosto ainda mais das pessoas que me rodeiam. Da minha família, dos amigos que tenho, dos colegas de trabalho e claro, da minha namorada. Mas será uma algo terrível perdê-los, um dia. Disseram-me há uns dias, que na reencarnação, as pessoas que nos gostamos e que gostam de nós, irão estar presentes na nossa proxima reencarnação, assumindo desta vez, outros papéis. A minha mãe, por exemplo, será a minha namorada ou a minha filha na próxima reencarnação. É bom pensar assim, mas não será esta maneira de pensar, uma espécie de protecção que a nossa mente terá, para evitar a tragédia que é, perdermos as pessoas que gostamos para sempre?
Alma.
Disseram-me também que a alma precisa de reencarnar para se aperfeiçoar. Para fazer uma determinada coisa bem, que na reencarnação anterior, fiz de mal. Acredito que quando morremos, a nossa alma resiste. Para onde ela irá, não sei. Nesse local que não sei, acredito que iremos encontrar as outras almas que passaram pela nossa vida. E mediante as acções que fizemos na vida terrena, iremos ter paz de espirito ou então não.
Clichés
A morte vem ter a quem a procura, por isso não me vou alongar mais, não quero morrer hoje, amanha ou depois. Quero morrer velho, se possível durante o sono, ou então a ter relações sexuais com uma rapariga de 25 anos, que andasse comigo pelo meu dinheiro...
4.20.2006
Congo ou não Congo eis a questão
Eu sei que até agora só tenho usado este espaço para tirar teimas e...tirar mais teimas. Tinha me esquecido mas hoje lembrei-me de ir à Wikipedia, só para verificar o que eu já sabia :P
República Democrática do Congo
(Só) Congo
Vejam as capitais e o mapa para se localizarem.
Spike "rula" \^_^/
República Democrática do Congo
(Só) Congo
Vejam as capitais e o mapa para se localizarem.
Spike "rula" \^_^/
4.17.2006
o dia em que deixei de acreditar
Boas people,
espero nao me alongar mto neste post mas é provavel q fique um pco gradinho, mas nao deixem de ler.
O titulo deste post surge no seguimento de muitas cenas que se passaram comigo nos ultimos tempos e nao so. Ora, em altura de Pascoa, em que estamos rodeados de cenas cristãs, catolicas ou whatever, cheguei à conclusao q isto de acreditar no q quer q seja q nao seja terreno simplesmente nao faz sentido. Ja andava a pensar nesta cena ha uns tempos mas ontem, em conversa com o meu tio Paulo (que ja chegou a ser alto fanatico da religiao baptista), concluí que de facto, a existir algum ente superior que "supostamente" controla isto tudo, isso é tanga ou entao é tao imperfeito como qualquer comum mortal que aqui anda a pastar na terra.
De que forma é que, na conversa, chegámos aqui: de duas maneiras:
1 - se existe essa entidade suprema, com o poder de criar o modelar tudo, que no inicio só concebeu o conceito de Bem, porque haveria de surgir alguem que alterou esse estado perfeito? E estará essa entidade ilibada do que se passou? Se o q se passou foi esta primeira hipotese, entao essa entidade era imperfeita pois, provavelmente, perante algo tao perfeito, resolveu criar um desafio a si proprio e criar algo imperfeito para, nao sabemos (claro), se para se pôr à prova ou dar um abanao no marasmo (isto a grosso modo, claro). Ao pensar assim, acabo por concluir (e agora surge o primeiro e talvez unico ponto humoristico do texto) que a melhor teoria acerca do Todo Poderoso é mesmo a cena de um ser, neste caso vindo de Namek, conter ambas as faces: O Bem e o Mal.
Se pensarmos bem, é perfeitamente legitimo, mesmo por parte de religiosos praticantes (qualquer q seja a religiao) questionarem-se o porquê do "equilibrio" ter sido quebrado no jardim do Eden. Se a tal entidade suprema controlavada TUDO, porque raio é q apareceu la uma cobra, na altura com pernas, e deu à Eva a tal maçã? E porque raio a maçã era "imperfeita" num jardim perfeito? E o ser humano que era perfeito, deixou-se cair em tentaçao... alto, isto é um padre a falar! O ser humano ja tinha curiosidade e foi pura e simplesmente isso q se passou com Eva... a pobre senhora entao nao teve culpa, ou entao a curiosidade so existia na mulher pois se o homem deveria ser perfeito, nao teria caído num truque velho... alto, na altura era novo! lol
2 - afinal não existe mesmo nada! Penso que, a mente das pessoas funcionará melhor se por acaso se se optar por esta vertente, vulgo ateu. O ideal mesmo é pensar q a vida na terra teve origem ha milhoes de anos em organismos microcelulares e, entretanto, a evoluçao acabou nestas bestas que são os seres humanos. De facto, acho q a Terra merecia ter destino melhor do q ter habitantes q destroem o proprio planeta mas isso sao outras contas. Va la que vai havendo bola, anime e afins e, nao menos importante, dois sexos opostos. claro que ha aqueles individuos q mereciam ser chicoteados em praça publica, vulgos gays, mas o ideal é pensar que a concorrencia diminui :P
Sendo assim, o conceito de Bem e Mal é algo que foi surgindo com evolução do Homem.
Posto isto, e acho q nao demorar muito na conclusao, onde eu quero chegar é que nao vale a pena pensar muito em certas merdas, tais como, "nao fiz mal a ninguem é normal que espere q nao me façam mal a mim"... alias, é legitimo pensarmos assim mas ao dizerem-se coisas destas, está inerente o factor de "entidade suprema" ou "deuses" que controlam isto e as pessoas q nos fizeram mal, esperamos nós, pagarao pelo que nos fizeram. Contra mim falo pois voces sabem q é assim q eu penso neste momento mas quem me dera a mim nao pensar desta maneira e pensar que o que se está a passar comigo é algo passageiro. Mas aqui o B ainda tem umas teorias um pco idilicas de como as cenas "deveriam" ser mas NAO sao.
Resumindo, ao praticarmos o bem é natural que esperemos que os outros retribuam com o Bem tambem, nao necessario a chamada "recompensa".
Acho q isto já está a ficar um pouco confuso portanto fico-me por aqui. Por fim, resta dizer, q agora penso q cada um deve fazer o q achar por bem para si desde que nao cause danos colaterais pois se nao estivermos a fazer mal a ninguem, ninguem pode censurar. Devem as acrizes porno ser censuradas: NUNCA! Elas fazem aquilo porque querem e quando muito ate fazem bem a outros, portanto deverao ser aplaudidas (é uma conclusao um pouco esquisita mas deu para perceber).
fique bem
p.s.: apesar de tudo isto ainda acredito que a vida, apesar de nao ter ninguem a mexer os cordelinhos, ainda se possa corrigir, isto é o mesmo que dizer, espero pela sorte...
espero nao me alongar mto neste post mas é provavel q fique um pco gradinho, mas nao deixem de ler.
O titulo deste post surge no seguimento de muitas cenas que se passaram comigo nos ultimos tempos e nao so. Ora, em altura de Pascoa, em que estamos rodeados de cenas cristãs, catolicas ou whatever, cheguei à conclusao q isto de acreditar no q quer q seja q nao seja terreno simplesmente nao faz sentido. Ja andava a pensar nesta cena ha uns tempos mas ontem, em conversa com o meu tio Paulo (que ja chegou a ser alto fanatico da religiao baptista), concluí que de facto, a existir algum ente superior que "supostamente" controla isto tudo, isso é tanga ou entao é tao imperfeito como qualquer comum mortal que aqui anda a pastar na terra.
De que forma é que, na conversa, chegámos aqui: de duas maneiras:
1 - se existe essa entidade suprema, com o poder de criar o modelar tudo, que no inicio só concebeu o conceito de Bem, porque haveria de surgir alguem que alterou esse estado perfeito? E estará essa entidade ilibada do que se passou? Se o q se passou foi esta primeira hipotese, entao essa entidade era imperfeita pois, provavelmente, perante algo tao perfeito, resolveu criar um desafio a si proprio e criar algo imperfeito para, nao sabemos (claro), se para se pôr à prova ou dar um abanao no marasmo (isto a grosso modo, claro). Ao pensar assim, acabo por concluir (e agora surge o primeiro e talvez unico ponto humoristico do texto) que a melhor teoria acerca do Todo Poderoso é mesmo a cena de um ser, neste caso vindo de Namek, conter ambas as faces: O Bem e o Mal.
Se pensarmos bem, é perfeitamente legitimo, mesmo por parte de religiosos praticantes (qualquer q seja a religiao) questionarem-se o porquê do "equilibrio" ter sido quebrado no jardim do Eden. Se a tal entidade suprema controlavada TUDO, porque raio é q apareceu la uma cobra, na altura com pernas, e deu à Eva a tal maçã? E porque raio a maçã era "imperfeita" num jardim perfeito? E o ser humano que era perfeito, deixou-se cair em tentaçao... alto, isto é um padre a falar! O ser humano ja tinha curiosidade e foi pura e simplesmente isso q se passou com Eva... a pobre senhora entao nao teve culpa, ou entao a curiosidade so existia na mulher pois se o homem deveria ser perfeito, nao teria caído num truque velho... alto, na altura era novo! lol
2 - afinal não existe mesmo nada! Penso que, a mente das pessoas funcionará melhor se por acaso se se optar por esta vertente, vulgo ateu. O ideal mesmo é pensar q a vida na terra teve origem ha milhoes de anos em organismos microcelulares e, entretanto, a evoluçao acabou nestas bestas que são os seres humanos. De facto, acho q a Terra merecia ter destino melhor do q ter habitantes q destroem o proprio planeta mas isso sao outras contas. Va la que vai havendo bola, anime e afins e, nao menos importante, dois sexos opostos. claro que ha aqueles individuos q mereciam ser chicoteados em praça publica, vulgos gays, mas o ideal é pensar que a concorrencia diminui :P
Sendo assim, o conceito de Bem e Mal é algo que foi surgindo com evolução do Homem.
Posto isto, e acho q nao demorar muito na conclusao, onde eu quero chegar é que nao vale a pena pensar muito em certas merdas, tais como, "nao fiz mal a ninguem é normal que espere q nao me façam mal a mim"... alias, é legitimo pensarmos assim mas ao dizerem-se coisas destas, está inerente o factor de "entidade suprema" ou "deuses" que controlam isto e as pessoas q nos fizeram mal, esperamos nós, pagarao pelo que nos fizeram. Contra mim falo pois voces sabem q é assim q eu penso neste momento mas quem me dera a mim nao pensar desta maneira e pensar que o que se está a passar comigo é algo passageiro. Mas aqui o B ainda tem umas teorias um pco idilicas de como as cenas "deveriam" ser mas NAO sao.
Resumindo, ao praticarmos o bem é natural que esperemos que os outros retribuam com o Bem tambem, nao necessario a chamada "recompensa".
Acho q isto já está a ficar um pouco confuso portanto fico-me por aqui. Por fim, resta dizer, q agora penso q cada um deve fazer o q achar por bem para si desde que nao cause danos colaterais pois se nao estivermos a fazer mal a ninguem, ninguem pode censurar. Devem as acrizes porno ser censuradas: NUNCA! Elas fazem aquilo porque querem e quando muito ate fazem bem a outros, portanto deverao ser aplaudidas (é uma conclusao um pouco esquisita mas deu para perceber).
fique bem
p.s.: apesar de tudo isto ainda acredito que a vida, apesar de nao ter ninguem a mexer os cordelinhos, ainda se possa corrigir, isto é o mesmo que dizer, espero pela sorte...
4.16.2006
Shitty Restaurant - Easter Edition
Ah pois é cá estou eu novamente, hoje finalmente descansado, finalmente consegui estar no trabalho durante 45 minutos sem fazer bolha!!! Que bem me soube! Sim trabalhar hoje teve os seus méritos, não se fez nada, recebi a dobrar, evitei um almoço de familia... enfim como eu gosto destes eventos festivos longe da familia!
Não me interpretem mal, existem pessoas na minha familia com quem até gosto de estar mas reuniões por obrigação não são para mim! Pelo lado positivo ainda recebi um casaco impec agora para a Páscoa exactamente na cor que queria por isso tendo tudo em consideração hoje foi um dia porreiro. Ainda por cima dá finalmente um filme que me puxe para ver televisão o que é raro! Não, não estou a falar da 39ª reposição de "Do Cabaré para o Convento 2" nem da 3ª estreia a nível nacional na televisão portuguesa de "A Liga de Cavalheiros Extraordinários". Logo vai dar o Master and Commander que é bem porreiro.
Pesando tudo acabo por dar um pouco de razão a quem ontem disse que eu era frio e gostava de ser assim, mas pelo menos não sou hipócrita...
Por falar em hipócrita, hoje no jornal vi uma crónica ao jogo do Chelsea em que lhes chamam hipócritas no estilo de jogo pela positiva!!!! Ora eu pergunto como é que alguém consegue encontrar e depois escrever um texto designando como positiva a caracteristica de hipócrita? E pergunto mais, como é que um editor de jornal aprova um texto desses? Eu sei que se calhar tenho um ódiozinho de estimação pelo Chelsea (Gunners rule) mas isto ultrapassa qualquer sentimento pessoal, isto é mais um passo para o degredo dos nossos jornalistas (ou pelo menos os desportivos) em que a Mourinhomania já atribui tudo como sendo bom!!!
Enfim enjoy!!!
Não me interpretem mal, existem pessoas na minha familia com quem até gosto de estar mas reuniões por obrigação não são para mim! Pelo lado positivo ainda recebi um casaco impec agora para a Páscoa exactamente na cor que queria por isso tendo tudo em consideração hoje foi um dia porreiro. Ainda por cima dá finalmente um filme que me puxe para ver televisão o que é raro! Não, não estou a falar da 39ª reposição de "Do Cabaré para o Convento 2" nem da 3ª estreia a nível nacional na televisão portuguesa de "A Liga de Cavalheiros Extraordinários". Logo vai dar o Master and Commander que é bem porreiro.
Pesando tudo acabo por dar um pouco de razão a quem ontem disse que eu era frio e gostava de ser assim, mas pelo menos não sou hipócrita...
Por falar em hipócrita, hoje no jornal vi uma crónica ao jogo do Chelsea em que lhes chamam hipócritas no estilo de jogo pela positiva!!!! Ora eu pergunto como é que alguém consegue encontrar e depois escrever um texto designando como positiva a caracteristica de hipócrita? E pergunto mais, como é que um editor de jornal aprova um texto desses? Eu sei que se calhar tenho um ódiozinho de estimação pelo Chelsea (Gunners rule) mas isto ultrapassa qualquer sentimento pessoal, isto é mais um passo para o degredo dos nossos jornalistas (ou pelo menos os desportivos) em que a Mourinhomania já atribui tudo como sendo bom!!!
Enfim enjoy!!!
4.10.2006
Shitty Restarurant
Falando de blogs:
Primeiro eram as sinfonias... grandes clássicos e tudo o que era gente a tentar compor
Depois vieram as guitarras e tudo o que era adolescente arranjou uma garagem
Agora são os blogs e depois das teclas do piano, das cordas das guitarras, das ondas do mar (as in surfer boys) chegou a altura das teclas dominarem a nossa existencia.
Fica a ideia que a moda vale por si e no fim só mesmo aqueles que dominam o teclado acabam por rular
Pena isto não se aplicar ao karaoke!!!
Primeiro eram as sinfonias... grandes clássicos e tudo o que era gente a tentar compor
Depois vieram as guitarras e tudo o que era adolescente arranjou uma garagem
Agora são os blogs e depois das teclas do piano, das cordas das guitarras, das ondas do mar (as in surfer boys) chegou a altura das teclas dominarem a nossa existencia.
Fica a ideia que a moda vale por si e no fim só mesmo aqueles que dominam o teclado acabam por rular
Pena isto não se aplicar ao karaoke!!!
4.09.2006
mail para a Radio Comercial
Pessoal, miquem este mail que mandei (tinha mesmo de o fazer), e digam se concordam comigo.
Saudações,
Este mail não tem como intenção qualquer tipo de candidatura a este programa mas apenas gostaria de expressar, o mais sucintamente possível a minha indignação relativamente à vossa escolha que foi para o ar por volta das 18:20 de domingo dia 9 de Abril:
Quando ouço rádio, é para, como diz o título do vosso site, "Toca a animar!". O que aconteceu na hora a que já fiz referência, foi uma "cena" completamente contra este lema, ou melhor, mero slogan. Ouvi uma passagem de um diário online de uma senhora que dizia, a grosso modo, "Hoje de manhã fiz uma chamada para terminar uma relação de 3 anos"... Mais à frente acrescenta algo deste género: "depois de tudo isto descobri que esta á a minha altura preferida do ano."
Sinceramente, não consegui encontrar o tal blog pois não fixei o nome nem encontrei esta transmissão no site mas a minha indignação surge porque acho que estar a ouvir rádio deve ser uma "cena" de relax mas, em vez disso, ouvi o texto de uma qualquer mulher portuguesa que acaba com uma relação como se isso fosse meramente normal (ainda por cima por telefone) e depois chega à conclusão que a vida é bela e tal... Isto tocou-me particularmente porque estou a passar por uma situação semelhante em que, de repente te dizem "Acabou porque quero estar sozinha e pronto". A vida já é lixada que chegue para este tipo de cenas esteja a ser passada para o ar para um espaço que se quer que seja de escape, ou, na sua essência, de música!
Queria dizer mais umas coisas mas acho que basta. Pensei que a vossa escolha de blogs caísse sobre coisas mais divertidas ou reflexões que pudessem ser partilhadas pela larga maioria dos vossos ouvintes, e não este tipo de coisas que, quando se passam, já são deprimentes que chegue, mas que, no meio desta mania da blogosfera, até para tempo de antena servem!
Fiquem bem
BERNARDO PIMENTA
Saudações,
Este mail não tem como intenção qualquer tipo de candidatura a este programa mas apenas gostaria de expressar, o mais sucintamente possível a minha indignação relativamente à vossa escolha que foi para o ar por volta das 18:20 de domingo dia 9 de Abril:
Quando ouço rádio, é para, como diz o título do vosso site, "Toca a animar!". O que aconteceu na hora a que já fiz referência, foi uma "cena" completamente contra este lema, ou melhor, mero slogan. Ouvi uma passagem de um diário online de uma senhora que dizia, a grosso modo, "Hoje de manhã fiz uma chamada para terminar uma relação de 3 anos"... Mais à frente acrescenta algo deste género: "depois de tudo isto descobri que esta á a minha altura preferida do ano."
Sinceramente, não consegui encontrar o tal blog pois não fixei o nome nem encontrei esta transmissão no site mas a minha indignação surge porque acho que estar a ouvir rádio deve ser uma "cena" de relax mas, em vez disso, ouvi o texto de uma qualquer mulher portuguesa que acaba com uma relação como se isso fosse meramente normal (ainda por cima por telefone) e depois chega à conclusão que a vida é bela e tal... Isto tocou-me particularmente porque estou a passar por uma situação semelhante em que, de repente te dizem "Acabou porque quero estar sozinha e pronto". A vida já é lixada que chegue para este tipo de cenas esteja a ser passada para o ar para um espaço que se quer que seja de escape, ou, na sua essência, de música!
Queria dizer mais umas coisas mas acho que basta. Pensei que a vossa escolha de blogs caísse sobre coisas mais divertidas ou reflexões que pudessem ser partilhadas pela larga maioria dos vossos ouvintes, e não este tipo de coisas que, quando se passam, já são deprimentes que chegue, mas que, no meio desta mania da blogosfera, até para tempo de antena servem!
Fiquem bem
BERNARDO PIMENTA
4.08.2006
O Coelhinho foi no comboio com o palhaço ao circo..
Só falta uma semana para a Páscoa e como estes últimos posts têm sido mto negativos, tomem lá esta para animar.
4.07.2006
Shitty Restarurant
Pensamento do dia:
Deus criou a cevada para que o Homem pudesse inventar a cerveja!!!
Resolução da semana:
Pois é finalmente decidi tirar a carta... boas noticias para todos aqueles a quem chateio há bué da tempo por boleias :D
Deus criou a cevada para que o Homem pudesse inventar a cerveja!!!
Resolução da semana:
Pois é finalmente decidi tirar a carta... boas noticias para todos aqueles a quem chateio há bué da tempo por boleias :D
4.04.2006
razões...
Eis o meu 1º post. desculpem la ser 1 cena assim 1 pco "pesada" e pco "animada" mas é 1 cena q, apesar de irmos falando a espaços, gostaria de partilhar 1 pco mais convosco:
- acreditam que o amor de uma pessoa por outra pode ser tao grd que possa chegar a nao ter "lenha" por onde arder (quoting Rui Veloso)?;
- e acreditam na cena do tempo cura tudo?
ia escrever mais mas fico-me por aqi.. vai-se discutindo isto nos comments
[]
- acreditam que o amor de uma pessoa por outra pode ser tao grd que possa chegar a nao ter "lenha" por onde arder (quoting Rui Veloso)?;
- e acreditam na cena do tempo cura tudo?
ia escrever mais mas fico-me por aqi.. vai-se discutindo isto nos comments
[]
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